quinta-feira, março 18, 2010

Homens perguntam mulheres respondem II

Preferem um homem que saiba dançar mas não goste de ir às compras, ou que adore compras mas não goste de dançar?

As mulheres… esse animal…


Com a voz de David Atemborough:
Restolhar de folhas…

Desde o principio dos tempos que o homem coabita com seres que têm tanto de belo como de perigoso.
Since the principio of times, men has coabitaited with seres that have tanto de beauty como de danger!

As mulheres (cunt)inuam a habitar o imaginário masculino, mas poucos são os que se poderão gabar de conhecer verdadeiramente o interior do sexo feminino. (Claramente não existe duplo sentido nesta frase…)
Women still habaite the imaginarium of machos, but few are the ones that can gabate of knowing the vagina.

É então com o intuito de desbravar este território desconhecido que vou dar início a uma rubrica intitulada de homem pergunta, mulher responde!
It’s enton with the intuite of desbravate this unknown territorio that I’m going to dar beguining to a new rubraike. Called men ask woman answer!

Cada post desta rubrica será constituído por uma pergunta especialmente dirigida às leitoras deste blog. Leitoras essas que farão o obséquio de esclarecer as minhas (e as de muitos homens) dúvidas respondendo através de comentários que poderão ou não ser anónimos.
Each posto of this rubraike is constituition by an ask to the gajas. Wich will obsequiate and answer with the purpose of esclarecing my duvides.
  
Os homens estarão convidados a participar sugerindo nos comentários eventuais questões que entendam pertinentes para se colocar às mulheres. As mesmas serão publicadas em posts posteriores.
The dominant sex are convidated to participate sugesting any eventual ask that they find pertinents… The same will be published afta…


Então a primeira questão que lanço para o ar é aquela dúvida clássica que tem atormentado muito bom homem:
I put da question on air: Classic duvaide facking mens head!

- Por que raio vão aos pares à casa de banho?
- Why da fuck... etc e tal? Pairs e coiso? Huuumm? Retretens? Hummm?

Fiquem bem 
Asta la vista babes

quinta-feira, março 11, 2010

Comentários

Os comentários são o ouro dos blogs. É aquilo que motiva o ótario (pessoa que escreve os ditos) a perder mais tempo a escrever novos textos. Vá lá… é o ordenado dos bloggers!

É também um sinal de status! É o que torna um blog VIP… VIB vá lá…O número mágico é a centena! Um blog que acrescenta mais um algarismo à direita já se pode considerar jet 7 dos blogs!

Os comentários são a evidência física mais gritante de que alguém leu e interiorizou aquilo que escrevemos.

 Mas como é óbvio, não existe necessariamente uma relação directa entre a qualidade dos posts e o número dos comentários.

Vejo amiúde textos sobre os Ídolos ou sobre o cortinado novo que a autora se lembrou de comprar para o quarto do gato a ter mais de 100 comentários. Enfim, tem que se dar algum crédito a estes bloggers, porque se os têm (os comentários) é porque fizeram por isso. Se não for pela qualidade dos textos é sem dúvida pelo trabalho que já realizaram a angariar fãs desde que o blog existe.

Mas as pérolas! Os verdadeiros textos e a quem faço a devida vénia, são aqueles em que o autor escreve sem fins comerciais (sem pretensões a obter uma centena de comentários entenda-se)!  E muitos desses, inteligentes, engraçados e relevantes não têm sequer um comentário…

Moi self! Sou brilhante no que escrevo e sou um perfeito exemplo do que acabei de referir (eu tentei mas não consegui acabar o post sem me auto-bajular)

Falemos então das técnicas para se obter os tão almejados comentários

Curso intensivo de obtenção de comentários para blogs sem interesse:

Primeira lição: assim que acaba de escrever um post, vá imediatamente e enquanto o mesmo está fresco comentar à parva todos os blogs que encontrar pelo caminho. Existem sempre aquelas almas caridosas que gostam de retribuir.

Segunda lição: Responda sempre directamente no seu blog a todos os comentários que fizerem ao seu texto. Mas atenção. Faça um comentário de cada vez! Não aglomere tudo no mesmo texto. Assim sempre se duplicam os comentários e até fica bem. Em vez de 50 comentários, temos 100! 50 São nossos, mas isso não interessa nada. O que interessa é o que sai para fora! O número!

Terceira e última lição: Seja bondoso e solícito. Prontifique-se imediatamente a ir comentar o mais recente post da pessoa que teve a delicadeza de comentar no seu! Só fica bem e ajuda a fidelizar o cliente ãhh  leitor… leitor.

Fim. Se juntarmos a isto um postzito diário, ainda que de qualidade duvidosa, é sucesso garantido.

Posto isto, não comentem este texto  porque isso para mim é um elogio! (sou ou não sou um mestre na psicologia inversa?)

Até à próxima

quarta-feira, março 03, 2010

Ironia?

Se há coisa que detesto é pessoal com blogs que não estão actualizados… Fónix, se não têm pedalada para ter um blog com posts que não sejam da semana anterior, mais vale desistir!!!!

Dassssss…

quarta-feira, dezembro 30, 2009

Desculpas não se pedem evitam-se

O título deste post é uma deixa que abomino. É o tipo de frase que usam os pobres de espírito, os que não sabem perdoar, os que têm mau perder e que adoram encontrar um momento menos bom do “amigo” para lhe mandar à cara acusações disparatadas.

São aquelas pessoas que se matam a trabalhar, não por benefício próprio ou para ajudar, mas sim para poder atirar à cara dos outros que trabalham mais do que eles…

São aquelas pessoas que têm um rei na barriga e não conseguem cheirar os seus próprios defeitos nem que estes lhe cagassem em cima.

São aqueles que namoram e ficam duas semanas sem falar com o parceiro porque discutiram sobre o voo rasante do colibri amarelo que habita na floresta do caralho mais velho.

São gentinha que como dizia o outro, não vale um vintém.

Não usem esta frase perto de mim ou estão apresentados…

terça-feira, dezembro 22, 2009

Depressões

Esta é aquela altura do ano mais propensa a depressões. E eu não sou excepção. Dou por mim varias vezes a chorar de cada vez que vejo um cãozinho abandonado, ou se a lua está cheia e se reflecte no rio em frente a minha casa… ou ainda se descasco cebola!

Pronto, ou então não… Mas acho que as meninas curtem ouvir um gajo admitir que chora. Estou só a ver se resulta. O que é certo é que nesta altura do ano anda tudo parvo, triste… irritadiço, duma maneira que só apetece correr tudo à chapada.

E esta posta serve só para animar aqueles amantes do infortúnio que passaram por este blog à espera de mais umas lamechices para chorarem… Eh pá deixem-se disso! Esta vida são dois dias! E o carnaval são três…

Prontes… a modes quiera isto. Parem de chorar senão eu choro também.

quinta-feira, dezembro 10, 2009

Bom Sucesso

Quando era apenas um mancebo imberbe, vivia com os meus paizinhos num local que ironicamente ou não, se chama Bom Sucesso. Ora esta pequena localidade, para além de ser um grande dormitório dos arredores de Lisboa com grandes problemas de estacionamento (qual é a novidade?), tinha uma pequena grande peculiaridade! Era uma montanha…. Uma elevação…vá lá. Toda a bendita localidade foi edificada numa mini montanha. E a minha casinha, para além de ser no segundo andar, era no cimo de tudo. Restavam-me sempre duas opções quando saia da escola (ainda longe da montanha). Ou vinha numa camioneta daquelas que subiam aquilo em primeira e a 10 à hora, ou dedicava-me à nobre arte da escalada e perdia 30 a 45 minutos da minha infância a trepar aquele quilómetro íngreme até casa.

Ora, certo dia vinha eu da escola e não me lembro por que razão, não tinha bilhete ou dinheiro para o autocarro. E que dia tinha sido aquele! Passei mais de duas horas a jogar à bola em furos das aulas e tinha acabado de sair do treino de natação onde já tinha tido uma mão cheia de cãibras. Fui forçado a fazer a prova de montanha de primeira categoria até minha casa.

Das mais de mil vezes que fiz aquele caminho, aquele foi sem duvida o mais tortuoso que fiz. Subir a mini-montanha com a mochila da escola às costas mais o saco da natação, foi a pior coisa que me podia ter acontecido naquela altura. Arrastei os pés, marreco do cansaço e do peso das mochilas. E lá subi. A dada altura, quando faltava cerca de um terço da subida e já se começava a avistar o topo… Parei. E olhei para cima. Este momento, foi um momento com nada de especial que o demarcasse de tantos outros na minha vida. Mas é um momento que até hoje recordo nos momentos difíceis. Olhei para cima e estive quase a desistir… a sentar-me e a não avançar mais um passo. Mas houve um pensamento que me fez continuar... Pensei:

- Daqui a um bocado, estas em casa descansadinho a ver televisão. E vais-te sentir bem como se não tivesse sido nada.

O desfecho é previsível… desisti e pernoitei no local….

Ok estou a brincar! Continuei que nem um maluco e cheguei a casa todo podre mas feliz da vida. Vinguei-me em três bolicaos e dois iogurtes e não pensei mais no assunto até à noite.

De noite quando me deitei na minha caminha senti-me tão, mas tão bem, tão relaxado e feliz, e dei por mim a pensar naquele momento em que me tinha sentido tão mal durante a subida. E espantei-me com a nova perspectiva com que abordei o referido momento. A vida afinal, depende sempre da perspectiva… do momento em que nos encontramos. A subida tão tortuosa que fora, era agora passado. E os meus lençóis de flanela eram o presente aconchegante. E senti-me feliz…

Ao contrário de qualquer outra recordação que passa, essa, por mais insignificante que tivesse sido, ficou. Pensei nela várias vezes ao longo dessa semana. Pensei outras tantas o resto do mês. E a verdade é que ainda hoje, de cada vez que se me depara uma dificuldade na vida penso naquele dia. Penso que podia ser pior! Podia estar ainda a dois terços da subida, e nunca ter chegado a casa. Mas não… estou melhor, sempre melhor. E se sofro sei que será temporário. Proibido é desistir. Sei que no cume estarão sempre os meus Bolicaos e os meus lençóis de flanela.

Hoje, novamente de uma outra perspectiva sei aquilo de que não me apercebi na altura: A vida é feita de muitas montanhas que precisam de ser escaladas. O sofrimento estará sempre presente, e nós dar-lhe-emos a importância que nos aprouver. Será sempre mais feliz quem souber valorizar os lençóis de flanela e os bolicaos. Quem atribui excessiva importância à subida, acaba por não viver. Eu escolho por subir e não desistir. E enquanto o faço e sofro, sei que ainda poderia estar naquele dia longínquo a dois terços da subida. Mas não estou. E sinto-me bem por já ter ultrapassado tantas coisas más. E continuo a sofrer sem desistir, pois sei que invariavelmente no topo estará uma só coisa: O Bom Sucesso!

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